quarta-feira, 4 de agosto de 2010

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Texto Jornalístico (3)

Brasil vai assinar contrato para converter dívida em fundo de proteção de biomas

O Brasil vai assinar no final do próximo mês um contrato com os Estados Unidos para converter uma dívida de US$ 23 milhões em um fundo de proteção dos biomas brasileiros. Segundo a ministra de Meio Ambiente, Izabela Teixeira, o acordo foi concluído na semana passada com a autorização do Ministério da Fazenda.
Izabella Teixeira disse que o fundo de proteção deve destinar recursos para atividades de preservação e proteção da Mata Atlântica, do Cerrado e da Caatinga. A ministra destacou que essa é a primeira operação de conversão de dívida externa autorizada no Brasil envolvendo a área ambiental.

 

Texto Jornalístico (2)

Corte de árvore na Água Branca vira caso de polícia

Poda tem autorização da Secretaria Municipal do Verde e do Condephaat, mas documento será investigado por promotor

Dezenas de tocos de árvores recém cortadas e o barulho de motosserra denunciam que o "clima de fazenda" do Parque da Água Branca, na zona oeste de São Paulo, não é mais o mesmo. Denunciado por vizinhos ao Ministério Público Estadual, o corte da vegetação virou anteontem caso de polícia.

Após receber representação pública que indicava a retirada de arbustos e palmeiras em dois bosques do parque, o promotor de Meio Ambiente José Eduardo Ismael Lutti enviou uma equipe da Polícia Militar Ambiental para checar o desmatamento. "A direção do parque nos apresentou autorização da Secretaria Municipal do Verde e do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico do Estado de São Paulo) para o corte de 30 árvores. Agora o MP vai investigar essas autorizações, já que o parque e sua vegetação são tombados e não poderiam ser desfigurados."

 "Ninguém sabe mais o que vai virar esse parque. Foi uma tristeza o que fizeram com as árvores. Todo dia tem poda nova. Estamos com medo de sermos transferidos para essa praça de alimentação que vão construir", disse uma das funcionárias da Feira de Produtos Orgânicos, que ocorre dentro do parque.

Texto Jornalístico (1)

2030: o ano final do Cerrado

Estudos da ONG ambientalista Conservação Internacional Brasil (CI-Brasil) indicam que o Cerrado deverá desaparecer até 2030. 

Estudos da ONG ambientalista Conservação Internacional Brasil (CI-Brasil) indicam que o Cerrado deverá desaparecer até 2030. Dos 204 milhões de ha originais, 57% já foram completamente destruídos e a metade das áreas remanescentes estão bastante alteradas, podendo não mais servir à conservação da biodiversidade. A taxa anual de desmatamento no bioma é alarmante, chegando a 1,5%, ou 3 milhões de ha/ano. As principais pressões sobre o Cerrado são a expansão da fronteira agrícola, as queimadas e o crescimento não planejado das áreas urbanas. A degradação é maior em Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso, no Triângulo Mineiro e no Oeste da Bahia.


“Para frear a destruição do Cerrado, os investimentos do Governo Federal na próxima safra agrícola devem incluir ações de conservação, especialmente na proteção de mananciais hídricos, na recuperação de áreas degradadas e na manutenção de unidades de conservação”, defende Machado. “Se o Governo, as empresas e a sociedade civil se mobilizarem para a criação de um fundo para a conservação do Cerrado associado aos investimentos destinados à produção de grãos, aí sim estaremos implementando, de forma justa e efetiva, a transversalidade da política ambiental no Brasil”.

Biografia da autora, Márcia Kupstas.

Márcia Kupstas, Escritora.

Marcia Kupstas nasceu e sempre morou em São Paulo. Formou-se professora pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo. Sempre colaborou em suplementos literários e revistas destinadas ao público adulto e jovem. Ao mesmo tempo é mãe de Ígor, companheira de Edu, com quem divide suas criações, por quem é elogiada e criticada. Pai e filho são seus primeiros leitores críticos. Marcia diz que sempre gostou de ler e de escrever. Aos quinze anos mandava seus contos para concursos. Ganhou vários prêmios. Enfim, como em todo ofício, batalhou muito para se considerar uma escritora.

Sobre o ato de escrever, Marcia diz que "representa uma necessidade orgânica tão intensa quanto a de comer, respirar, amar". Enfatiza que "ao mesmo tempo em que escrever representa prazer pessoal, também é um trabalho, um árduo trabalho de criação", e como profissional da palavra leva muito a sério a profissão.

Resumo do Livro "É preciso Lutar"

É Preciso Lutar
Esta é a hístória de Kanassa. Ela morava em sua rua há mais de 35 anos e certo dia percebeu alguns homens da prefeitura com serras, prontos para derrubar uma linda árvore. Não teve dúvidas. Escalou-a ficou no seu topo. Sua atitude mobilizou e dividiu as pessoas. De um lado Zizi, Salviano e seus amigos. De outro, um alto funcionário público e sua mulher, que queriam a árvore no chão para que não sujasse mais seu carro. A atuação das crianças foi maior, e logo o caso estava nos jornais e na prefeitura. O prefeito proibiu a derrubada da árvore,e Kanassa pôde descer para comemorar com seus pequenos amigos.

Um homem, que não era muito ligado à natureza e mantém uma vida normal e comum, ficou surpreso quando ficou sabendo que queriam cortar a árvore que existia em frente a sua casa a muitos anos; e tomou uma atitude inesperada para impedir que a árvore fosse cortada.

Então algumas crianças que viram o acontecimento, se surpreenderam com a ação do homem, e viraram verdadeiros fãs dele, decidiram então ajudar o homem a impedir a árvore de ser cortada. As crianças chamaram alguns amigos e fizeram cartazes, baixo-assinados, etc. E conseguiram mudar a opinião dos responsáveis por mandar cortar a árvore.